Edilene é vítima de um tipo de crime que não pára de crescer. O modo de agir dos agressores está cada vez mais caminhando para a crueldade. Hoje, a mulher está mais informada, conhece seus direitos e sabe que se seu companheiro, namorado, pai, irmão ou outros que tenham ou não relação de parentesco lhe puxar o cabelo ou lhe der uma bofetada pode responder criminalmente.
É muito importante que as mulheres continuem denunciando seus agressores e que a sociedade em geral repudie essa conduta, denunciando os casos que porventura souberem. Temos que combater a impunidade, punindo o agente agresor. Podemos também fazer campanhas educativas nas comunidades e na escola pública e privada para que as crianças sejam orientadas sobre o respeito e a igualdade de todos homens e mulheres.
Somente no período de 1º de julho a 17 de dezembro de 2010, foram
atendidas no NAEM, Núcleo, da Defensoria Pública do Estado do Pará, um total de
1.031 (hum mil e trinta e uma ) mulheres, vítimas de violência doméstica.
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