Atendendo
o convite da Coordenadoria de Promoção dos Direitos da Mulher - CPDM -
SEJUDH, a Defensoria Pública representada pelo NAEM, esteve presente no
último dia 25 de agosto em Ananindeua para ministrar a Capacitação para
Profissionais do Centro de Referência Maria do Pará e outros
profissionais da Rede de Serviços do município.
A Defensora Pública Arleth Rose
Guimarães - Coordenadora do NAEM; a Psicóloga Mislene Lima e a Pedagoga
Lucilene Paiva, com a colaboração das estagiárias de Direito, Sumaya Noronha e
da Psicólogia Marilac Ferranti levaram ao Centro de Referência “Maria
do Pará”, recém-inaugurado, as experiências e as atividades
desenvolvidas pelo NAEM/Belém.
Em
quatro horas de exposição, a Defensora Pública Arleth Rose Guimarães
contribuiu na qualidade de expositora, falando sobre a temática: “A
violência doméstica e familiar contra a Mulher e a Lei Maria da Penha.
Avanços Significativos e Mudanças previstas. Os limites e desafios para a
aplicabilidade da Lei no Brasil”.
Estiveram presentes 50 participantes como Assistentes
Sociais, Psicólogos, Pedagogos, Terapeutas, Advogados, Arte Educadores,
Assistentes Administrativos, Agente de serviços gerais Agente de copa e
cozinha, Motorista, estudantes e outros profissionais da Rede (técnicos
em geral).
Na oportunidade, a Defensora pode tirar dúvidas desses profissionais que atuam na defesa da mulher vítima de violência.
Colaborou
com a capacitação a Psicóloga Mislene Lima, que falou sobre a missão da
Defensoria Pública enquanto instituição responsável pela promoção do
acesso à justiça, enfatizando o apoio especial à defesa dos direitos
humanos das mulheres.
Mislene explicou aos participantes
a importância da equipe multidisciplinar no trato com as mulheres
vítimas desse tipo de violência. Essa equipe é a porta de entrada das
mulheres no NAEM e assim devem ser nas outras instituições que a
acolhem. Desse modo enfatizou a importância do primeiro acolhimento.
Outro ponto de abordagem da
psicóloga foi o sucesso do Programa de Atendimento Psicossocial de Grupo
às Mulheres, o qual foi explanado com detalhes o procedimento. Ao
final, os participantes reivindicaram a criação do NAEM/Ananindeua à
exemplo do NAEM/Belém.
Para a coordenadora do NAEM, “essa
é mais uma atividade que representa as boas práticas na divulgação e
aplicação da Lei Maria da Penha e que contribui para o fortalecimento da
norma, além de incentivar os novos profissionais a observarem
corretamente seus procedimentos.
“As palestras e capacitações têm
sido de suma importância não só para a divulgação da lei, mas para
suscitar a polêmica da violência doméstica, e para que se criem novos
mecanismos de enfrentamento da violência, até porque sabemos que os
índices continuam alarmantes e a revolução tão almejada para a
erradicação desse tipo penal caminha a passos lentos. Precisamos de
instrumento material e humano capacitado para essa missão”, concluiu a
Defensora Arleth Rose.
Fonte: NAEM
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