terça-feira, 31 de agosto de 2010

NAEM capacita profissionais do Centro de Referência Maria do Pará de Ananindeua e serviços afins


 

Atendendo o convite da Coordenadoria de Promoção dos Direitos da Mulher - CPDM - SEJUDH, a Defensoria Pública representada pelo NAEM, esteve presente no último dia 25 de agosto em Ananindeua para ministrar a Capacitação para Profissionais do Centro de Referência Maria do Pará e outros profissionais da Rede de Serviços do município.
 
A Defensora Pública Arleth Rose Guimarães - Coordenadora do NAEM; a Psicóloga Mislene Lima e a Pedagoga Lucilene Paiva, com a colaboração das estagiárias de Direito, Sumaya Noronha e da Psicólogia Marilac Ferranti levaram ao Centro de Referência “Maria do Pará”, recém-inaugurado, as experiências e as atividades desenvolvidas pelo NAEM/Belém.
 
Em quatro horas de exposição, a Defensora Pública Arleth Rose Guimarães contribuiu na qualidade de expositora, falando sobre a temática: “A violência doméstica e familiar contra a Mulher e a Lei Maria da Penha. Avanços Significativos e Mudanças previstas. Os limites e desafios para a aplicabilidade da Lei no Brasil”.
 
Estiveram presentes 50 participantes como Assistentes Sociais, Psicólogos, Pedagogos, Terapeutas, Advogados, Arte Educadores, Assistentes Administrativos, Agente de serviços gerais Agente de copa e cozinha, Motorista, estudantes e outros profissionais da Rede (técnicos em geral).
 
Na oportunidade, a Defensora pode tirar dúvidas desses profissionais que atuam na defesa da mulher vítima de violência.
 
Colaborou com a capacitação a Psicóloga Mislene Lima, que falou sobre a missão da Defensoria Pública enquanto instituição responsável pela promoção do acesso à justiça, enfatizando o apoio especial à defesa dos direitos humanos das mulheres.
 
Mislene explicou aos participantes a importância da equipe multidisciplinar no trato com as mulheres vítimas desse tipo de violência. Essa equipe é a porta de entrada das mulheres no NAEM e assim devem ser nas outras instituições que a acolhem. Desse modo enfatizou a importância do primeiro acolhimento.   
 
Outro ponto de abordagem da psicóloga foi o sucesso do Programa de Atendimento Psicossocial de Grupo às Mulheres, o qual foi explanado com detalhes o procedimento. Ao final, os participantes reivindicaram a criação do NAEM/Ananindeua à exemplo do NAEM/Belém.
 
Para a coordenadora do NAEM, “essa é mais uma atividade que representa as boas práticas na divulgação e aplicação da Lei Maria da Penha e que contribui para o fortalecimento da norma, além de incentivar os novos profissionais a observarem corretamente seus procedimentos.
 
“As palestras e capacitações têm sido de suma importância não só para a divulgação da lei, mas para suscitar a polêmica da violência doméstica, e para que se criem novos mecanismos de enfrentamento da violência, até porque sabemos que os índices continuam alarmantes e a revolução tão almejada para a erradicação desse tipo penal caminha a passos lentos. Precisamos de instrumento material e humano capacitado para essa missão”, concluiu a Defensora Arleth Rose. 
 
Fonte: NAEM





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